Imagem do aglomerado de galáxias Abell 1689, com a distribuição de massa da matéria escura sobreposta na lente gravitacional (em roxo). A massa desta lente é feita em parte da matéria normal e em parte da matéria escura. Galáxias distorcidas são claramente visíveis nas bordas da lente gravitacional. A gravidade do aglomerado de triliões de estrelas - e a matéria escura - age como uma "lente" no espaço, com cerca de 2 milhões de anos-luz de largura . Esta "lente gravitacional" curva e aumenta a luz das galáxias situadas muito atrás dela. A imagem é uma demonstração da previsão de Albert Einstein de que a gravidade deforma o espaço e distorce feixes de luz - Fonte: wikipédia / Hubblesite
Cientistas da Universidade de Edimburgo (Escócia) e da British Columbia (Canadá) conseguiram produzir o maior e mais detalhado mapa da distribuição da matéria escura do Universo.
Os investigadores mostraram um Universo composto por uma complexa rede cósmica de matéria escura e galáxias que se expande numa região de 1.000 milhões de anos -luz.
Pelo que se sabe actualmente, apenas 4% do Universo é constituído pela matéria que todos conhecemos, como os protões, neutrões, electrões e outras partículas. Do restante, 23% é ocupado pela matéria escura que, segundo os físicos, explica como as galáxias estão presas umas às outras, e 73% do Universo é formado por energia escura que funcionará como uma força repulsiva que provoca a constante expansão do Universo.
Embora não seja visível, já se conseguem observar alguns efeitos que a matéria escura provoca no Universo.
