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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Mar Morto - valor económico, histórico e religioso

As imagens, em cor falsa, foram captadas pelos satélites Landsat 1, 4 e 7. Landsat 1 adquiriu a imagem da esquerda, em 15 de Setembro de 1972. A imagem do meio foi adquirida a 27 de Agosto de 1989, pelo Landsat 4. A terceira imagem é do Landsat 7, obtida em 11 de Outubro de 2011. A extracção do sal aumentou consideravelmente ao longo dos anos (cores em azul vivo, a sul) - Crédito: NASA/Earth Observatory/Robert Simmon

A elevada salinidade do Mar Morto impede o desenvolvimento de vida nas suas águas, sejam animais ou plantas. Está situado numa depressão da crosta terrestre, a cerca de 400 metros abaixo do nível do mar, onde a África e a Ásia se afastam uma da outra. Num dia quente e seco de verão, as suas águas podem baixar entre 2 e 3 cm, devido à evaporação. O seu sal atrai indústrias e também muitos visitantes.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Manuscritos do Mar Morto já estão disponíveis online

O Google acaba de anunciar, nesta segunda-feira, que os Manuscritos do Mar Morto já estão disponíveis na Internet para consulta pública. Foram escritos entre os séculos III e I e são os textos bíblicos mais antigos que se conhece. O projecto é realizado em parceria com o O Museu de Israel, em Jerusalém .

No ano de 68 aC, os Manuscritos foram escondidos em 11 grutas no deserto da Judéia, nas margens do Mar Morto, para protegê-los dos exércitos romanos que se aproximavam. Foram descobertos novamente, apenas em 1947, quando um pastor beduíno atirou uma pedra numa gruta e percebeu que algo estava lá dentro. Desde 1965, os pergaminhos têm estado em exposição no Santuário do Livro, no Museu de Israel, em Jerusalém. Os pergaminhos dão uma visão crítica sobre a vida e religião na antiga Jerusalém, incluindo o nascimento do cristianismo, para além de outros temas.
O projecto permite o acesso global e gratuito aos cinco pergaminhos digitalizados (Livro de Isaías, Guerra, Templo, Regras da Comunidade e Comentário de Habacuque), acompanhados por textos e vídeos explicativos, através de imagens de alta resolução que são cópias exactas dos originais e que podem ser vistas na Internet.
Os manuscritos estão disponíveis nas línguas originais – hebraico, aramaico e grego – e, inicialmente, em tradução para o inglês apenas do manuscrito principal, atribuído a Isaias. Está prevista a tradução para o espanhol e outros idiomas. É possível realizar buscas no texto (no site do manuscrito ou via Google) e deixar comentários ao ler os manuscritos.
Fonte: Googleblog via Estadão.br