Mostrar mensagens com a etiqueta Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO). Mostrar todas as mensagens

sábado, 19 de janeiro de 2013

NASA envia Mona Lisa para a Lua com Laser

Cientistas da NASA transmitiram uma imagem da Mona Lisa, desde a Terra até à sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), em órbita da Lua, aproveitando impulsos de laser que rastreiam a nave espacial normalmente - Crédito imagem: wikipédia

Cientistas da NASA usaram um laser e transmitiram, a partir da Terra, uma imagem da famosa pintura de Leonardo da Vinci, a Mona Lisa, para a nave espacial Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), a orbitar a Lua desde 2009. É a primeira vez que se consegue uma forma de comunicação a laser com um satélite em órbita lunar.
O sinal laser foi disparado de uma instalação, em Maryland (USA), e a Mona Lisa sorriu para a Lua ao ser recebida a 384400 km de distância pela nave LRO, através do seu instrumento científico Lunar Orbiter Laser Altimeter (LOLA).
De acordo com os cientistas da NASA, esta transmissão da Mona Lisa é um grande avanço na comunicação a laser para naves interplanetárias. (ver vídeo da transmissão)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Cratera do pólo sul da Lua pode conter água gelada

Imagem da cratera Shackleton, em elevação (esquerda) e relevo sombreado (direita), com cerca de 21 Km de diâmetro e permanentemente na sombra, junto ao pólo sul lunar. As cores falsas indicam a altura, menor a azul e maior em vermelho/branco. A estrutura do interior da cratera foi revelada com medições feitas pelo altímetro a laser da nave espacial LRO, da NASA - Crédito: NASA/Zuber, M.T. et al., Nature, 2012

A nave espacial Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), da NASA, encontrou uma cratera no pólo sul da Lua que pode conter gelo até 22% do material da sua superfície.
Cientistas do Instituto Tecnológico de Massachusetts, da Universidade de Brown, e do centro espacial Goddard da NASA usaram luz laser, do altímetro a laser da nave LRO, e examinaram o solo da cratera Shackleton, e descobritam que o chão dessa cratera era mais brilhante do que os de outras crateras próximas. Detectaram também que as paredes da cratera ainda eram mais brilhantes que o fundo. Tudo isto é consistente com a presença de pequenas quantidades de água gelada.
Segundo os especialistas, a informação irá ajudar a compreender a formação da cratera e estudar outras áreas desconhecidas da Lua. Os resultados são publicados na edição de quinta-feira da revista Nature.
Ver vídeo da cratera Shackleton aqui