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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Lagosta cósmica observada pelo telescópio VISTA

A Nebulosa da Lagosta observada, em infravermelho, pelo telescópio VISTA do ESO - Crédito:ESO/VVV Survey/D. Minniti. Acknowledgement: Ignacio Toledo

Nova imagem infravermelha da maternidade estelar NGC 6357, revelando uma paisagem celeste de nuvens brilhantes de gás e filamentos de poeira que rodeiam estrelas quentes jovens.
A imagem foi captada pelo telescópio VISTA do ESO (Observatório Europeu do Sul), que actualmente está a mapear a Via Láctea, de modo a criar uma enorme base de dados que ajudará os astrónomos a obter a sua estrutura e a explicar como é que se formou a nossa galáxia.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Da escuridão nasce a luz

Imagem da nuvem escura, de nome Lupus 3, onde se estão a formar novas estrelas, tal como um enxame de estrelas brilhantes que já saiu desta maternidade estelar poeirenta, a cerca de de 600 anos-luz de distância, na constelação do Escorpião. A parte que aqui se mostra tem uma dimensão de cerca de 5 anos-luz.
É provável que o nosso Sol se tenha formado numa região de formação estelar semelhante, há mais de quatro mil milhões de anos.
Esta é uma das melhores imagens, obtidas no visível, deste objecto pouco conhecido, captada com o telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, situado no Observatório de La Silla, no Chile.
Crédito:ESO/F. Comeron

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Imagem detalhada de maternidade estelar, obtida pelo telescópio VLT do ESO

Imagem mais detalhada de sempre de uma zona espectacular da maternidade estelar NGC 6357, captada pelo VLT do ESO. Nela podem observar-se muitas estrelas quentes jovens, nuvens brilhantes de gás e formações de poeira esculpidas de forma estranha por radiação ultravioleta e ventos estelares - Crédito: ESO

A nebulosa de emissão NGC 6357 é uma maternidade estelar localizada no interior da Via Láctea, na constelação do Escorpião. É uma região do espaço onde estão a nascer novas estrelas a partir de nuvens caóticas de gás e poeira.
O Very Large Telescope do ESO (VLT) observou as regiões exteriores desta vasta nebulosa e produziu o que é considerada a melhor imagem obtida até agora da região, mostrando muitas estrelas quentes jovens, nuvens brilhantes de gás e formações de poeira esculpidas pela radiação ultravioleta e ventos estelares.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Maternidade estelar - Nebulosa Gabriela Mistral

Maternidade estelar NGC 3324 - Nebulosa Gabriela Mistral - Crédito: ESO

Nuvem cósmica de nome NGC 3324, uma maternidade estelar situada nos arredores norte da constelação austral de Carina, a cerca de 7500 anos-luz de distância da Terra. A imagem foi obtida com o telescópio MPG/ESO de 2.2 metros instalado no Observatório de La Silla, no Chile.
Um depósito rico em gás e poeira na região da NGC 3324 deu origem a uma formação estelar intensa nessa zona, há vários milhões de anos, formando-se várias estrelas muito grandes e quentes, que se podem observar bem destacadas nesta nova imagem.
Os ventos estelares e a intensa radiação ultravioleta emitida por várias das estrelas jovens e quentes da NGC 3324 escavaram uma cavidade no gás e poeira circundantes, o que se observa claramente como uma parede de material na região central direita da imagem e fazendo com que a nuvem de gás brilhe com cores vivas.
A região NGC 3324 também é conhecida pela Nebulosa Gabriela Mistral, atendendo à semelhança da sua forma com o perfil da poetisa chilena que ganhou o prémio Nobel da literatura, em 1945. As bordas da parede de gás e poeira, à direita, parecem-se bastante com uma cara humana de perfil, com o “alto” no centro correspondendo a um nariz.



Gabriela Mistral, poetisa chilela - Fonte: wikipédia

Fonte: ESO