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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sonda Cassini detecta lagos tropicais em Titã

Imagem de Titã, em frente aos anéis de Saturno, onde a sonda Cassini observou a região escura de Shangri-La, a leste do local de pouso da sonda Huygens, em 9 de Agosto de 2011. O recente estudo indica que as manchas são de lagos de metano líquido - Crédito: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

Uma nova análise dos dados da sonda Cassini revela que as manchas escuras observadas nos trópicos de Titã, a maior lua de Saturno, podem ser lagos de metano líquido, de acordo com o estudo publicado na revista científica Nature.
Até agora, os cientistas já tinham observado lagos de metano nos pólos de Titã, mas nunca nas regiões equatoriais, que na sua maioria são áridas e com grandes extensões de dunas.
As imagens da Cassini, que orbita Saturno desde 2004, permitiram detectar as manchas negras no equador de Titã, indicando a presença de um lago tropical de metano maior, com uma profundidade mínima de um metro, e um conjunto de lagos mais pequenos e menos profundos, semelhantes a pântanos terrestres.
Segundo Caitlin Griffith, principal autora do estudo e colaboradora da equipa Cassini na Universidade de Arizona, Tucson, o metano será fornecido a esses lagos a partir de um aquífero subterrâneo, o que pode explicar a existência de metano à superfície e que está constantemente a evaporar-se.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Gás metano expelido pelos dinossáurios saurópodos pode ter aquecido o clima da Terra no Mesozóico

Ilustração de uma paisagem de floresta do Jurássico tardio com saurópodos - Fonte: wikipédia

As vacas e outros ruminantes são responsáveis pela emissão de metano, poderoso gás de efeito de estufa, e um dos causadores do aquecimento global da Terra.
Um estudo publicado esta semana na 'Current Biology' sugere que este problema ambiental de emissão de metano já devia acontecer na era dos dinossáurios.
Segundo os investigadores, os dinossáurios saurópodos (herbívoros) que viveram no Mesozóico provavelmente emitiram grandes quantidades de metano que contribuiram para tornar mais quente o clima desse período.
Na realidade, foram os micróbios que viviam nos intestinos dos dinossáurios que produziram o metano. Em muitas espécies de herbívoros, como os ruminantes, o metano resulta da fermentação dos alimentos durante a digestão, por acção de micróbios existentes no tubo digestivo dos animais.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Oceano Árctico liberta metano, potente gás de efeito de estufa

As águas do Oceano Árctico libertam metano, um potente gás de efeito de estufa, através das fissuras do gelo do mar e áreas do mar parcialmente cobertas de gelo, de acordo com o novo estudo da NASA. A imagem foi obtida sobre o Oceano Árctico numa latitude de aproximadamente 71 graus Norte, em 15 de Abril de 2010 - Crédito: NASA/JPL-Caltech

Um novo estudo da NASA revelou que o Oceano Árctico é uma nova fonte importante de metano na região polar norte.
Uma equipa de investigadores mediu níveis surpreendentes de metano, um potente gás de efeito de estufa, provenientes de fracturas no gelo do mar Árctico e de áreas do mar parcialmente cobertas de gelo. O estudo faz parte de uma campanha para entender melhor de onde vêm os gases de efeito de estufa e onde estão a ser armazenados no sistema Terra.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Pequenos cangurus podem ajudar a diminuir o metano por flautulência do gado

Num estudo publicado na revista científica Science, esta quinta-feira (30), pesquisadores australianos revelaram que um grupo de pequenos cangurus, conhecidos por wallaby, produzem apenas um quinto do gás metano emitido pelas vacas com a mesma quantidade de comida, apesar das suas dietas serem bastante semelhantes.

A flora estomacal do wallaby pode dar um contributo na questão do aquecimento global - Fonte: wikipédia

O metano resultante da flautulência do gado é um dos principais factores para o aumento do efeito de estufa e consequente aquecimento global.
A pesquisa, que é patrocinada pela Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Commonwealth, descobriu que a flora estomacal do pequeno marsupial é composta por um conjunto de bactérias diferente do dos ruminantes e que processam melhor os vegetais.
Os cientistas esperam que o conhecimento dos sistemas digestivos possam ajudar na melhoria da digestão do gado, de modo a ter a menor influência possível nas alterações climáticas.
Fonte: ÚltimoSegundo

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