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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O aquecimento global está a afectar as focas-da-Gronelândia

Cria de foca-da-Gronelândia, 'Pagophilus groenlandicus' - Fonte: wikipédia

O aquecimento global do Atlântico Norte, durante os últimos 32 anos, reduziu significativamente a cobertura de gelo nas zonas de reprodução das focas-da-Gronelândia, 'Pagophilus groenlandicus', provocando as mais altas taxas de mortalidade entre as crias de foca nos últimos anos.
Esta é a conclusão de um novo estudo da Universidade de Duke, publicado na revista 'PLoS ONE', o primeiro a mostrar que a cobertura de gelo marinho sazonal, nas quatro regiões de reprodução de focas-da-Gronelândia no Atlântico Norte, diminuiu até 6% por década desde 1979, quando começaram os registos por satélite.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Houdini, o filhote de foca que conseguiu libertar-se de armadilha


Um filhote de foca ficou preso numa armadilha para lagostas na costa da Escócia. A mãe permaneceu sempre ao lado da cria, até que ela conseguiu libertar-se passada uma hora.
As imagens foram captadas pelas câmeras de vigilância do Centro Escocês de Aves Marinhas, em East Lothian. Os funcionários que assistiram à cena, ao vivo, baptizaram a pequena cria de Houdini, em homenagem ao famoso ilusionista que conseguia libertar-se de algemas e caixas fechadas.
Fonte: ÚltimoSegundo

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Focas são analisadas há 60 anos em ilhas da Grã-Bretanha


Há 60 anos, cientistas britânicos iniciaram o estudo das populações de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha.
Actualmente a pesquisa continua com uma equipa de supervisores National Trust, a entidade que cuida de conservação ambiental e de construções históricas da Grã-Bretanha.
David Steel, chefe dos supervisores do National Trust, vive e trabalha nas ilhas nove meses por ano. Para ele, o trabalho que começou em 1951 foi pioneiro. Utilizando manchas de tinta de cores variadas e aparelhos rastreadores colocados nos animais, foi possível descobrir muito sobre a vida das focas da ilha como, por exemplo, para onde se deslocam quando partem e qual a sua dieta, informações importantes para a protecção da região e outros lugares do Mar do Norte frequentados por essas focas.
Fonte: ÚltimoSegundo

sábado, 15 de outubro de 2011

Focas-aneladas estão a morrer com doença desconhecida, no Alasca

Uma doença misteriosa, possivelmente causada por um vírus, está a matar muitas focas-aneladas, na costa do Alasca.

As foca-aneladas, Pusa hispida, estão a morrer no Alasca com doença desconhecida - Fonte: wikipédia

Desde Julho deste ano, as focas doentes têm chegado à praia, na costa do Árctico, e o número de vítimas vai aumentando. De acordo com o Serviço de Pesca da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), esta espécie passa a maior parte do ano na água ou em pedaços de gelo e raramente vem à praia.
Os biólogos acreditam que a doença se deve a um vírus. Os animais apresentam lesões com sangue nas barbatanas traseiras, pele irritada à volta do nariz e dos olhos e perda de pêlo.
A doença pode ter atingido, também, outras espécies. Foram encontradas algumas morsas mortas na costa noroeste do Alasca com lesões semelhantes. Além disso, caçadores locais relatam que encontraram lesões de pele em focas de outro tipo.
As focas mortas estão a ser analisadas em diversos laboratórios, para determinar a causa da doença, enquanto as encontradas doentes e vivas são deixadas na praia, para uma possível recuperação. A sua localização remota e outras dificuldades logísticas não permitem o tratamento veterinário dos animais doentes na praia.
Fonte: ÚltimoSegundo

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Descoberta nova colónia de foca-monge-do-Mediterrâneo

 Investigadores gregos da Sociedade Helénica para o Estudo e Protecção da Foca-monge anunciaram a descoberta de uma nova colónia da espécie de foca mais ameaçada do mundo, a foca-monge-do-Mediterrâneo, Monachus monachus.

A proximidade do homem altera o comportamento da foca-monge, que se refugia nas grutas da costa
Fonte: wikipédia

A colónia localiza-se numa remota ilha do Mar Egeu, não divulgada, como medida de protecção. Dado o seu afastamento, não é perturbada pela proximidade do homem, o que a torna única, pois os indivíduos têm o seu comportamento natural. As focas descansam no areal da praia em vez de no interior de grutas costeiras, o que lhes confere um maior sucesso reprodutor, uma vez que a criação nas praias é favorável à sobrevivência das crias.
Estão a ser feitas pressões sobre as autoridades para que transformem toda a área do areal onde vivem as focas e as suas águas costeiras numa área marinha protegida. Entretanto, é importante não dar a conhecer a sua localização, para evitar as visitas perturbadoras dos turistas.
Fonte: Naturlink