Mostrar mensagens com a etiqueta Evolução dos mamíferos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Evolução dos mamíferos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Os cavalos primitivos chegaram a ser tão pequenos como gatos domésticos, devido ao calor

Durante o Máximo Térmico do Paleoceno – Eoceno, há cerca de 56 milhões de anos, os cavalos primitivos reduziram o seu tamanho. Quando o clima arrefeceu, evoluiram para tamanhos maiores, tal como são actualmente - Fonte: wikipédia

Os primeiros cavalos que apareceram, hé 56 milhões de anos, eram muito pequenos. Mas, durante os 130.000 anos seguintes, chegaram a ficar tão pequenos como gatos domésticos.
Estes cavalos primitivos, Sifrhippus sandrae, encolheram de tamanho para se adaptarem às altas temperaturas, provavelmente provocadas por gigantescas erupções vulcânicas. É a conclusão de um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science, onde os pesquisadores estimam que os pequenos cavalos terão perdido cerca de 30% da sua massa corporal (reprodução artística comparando o cavalo moderno com o primitivo Sifrihippys).
Os cientistas consideram que estes resultados podem dar indicações de como é que os animais actuais vão adaptar-se ao aquecimento provocado pelas alterações climáticas provocadas pelo homem.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Como as zebras conseguiram as suas riscas brancas e pretas

Zebra da África-do-Sul (wikipédia)

As zebras desenvolveram riscas brancas e pretas para afastarem as moscas da família Tabanidae, insectos cujas picadelas são dolorosas e lhes sugam o sangue, sendo responsáveis pela transmissão de várias doenças. É o que sugere um grupo de investigadores húngaros e suecos que publicou o seu estudo no Journal of Experimental Biology.
Os investigadores baseiam o seu estudo na forma como a luz é reflectida nos animais e chega aos olhos dos insectos. Estas moscas são aquáticas e são atraídas por ondas de luz plana, que viajam na horizontal, para identificar zonas de água onde possam acasalar e pôr os ovos.
Nas riscas verticais das zebras, a luz reflecte-se de modo diferente, tornando a sua pelagem com padrão de riscas finas menos atractiva para as moscas da família Tabanidae.
Mais informações em Publico.pt

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Encontrado fóssil de mamífero parecido com o esquilo da "Idade do Gelo"

Pelos restos encontrados, o pequeno mamífero extinto Cronopio dentiacutus podia comparar-se à personagem Scrat do filme da "Idade do Gelo", o esquilo-dente-de-sabre que passava o tempo a correr atrás da bolota, mas tendo por companhia os dinossáurios

Paleontólogos descobriram, na Patagónia argentina, os crânios fossilizados de um pequeno mamífero que viveu com os dinossáurios há 96 milhões de anos.
O mamífero extinto é o primeiro do Cretáceo tardio encontrado na América do Sul. A espécie pertence ao grupo também já extinto Dryolestida, parentes dos mamíferos marsupiais e placentários de hoje, e recebeu o nome científico de Cronopio dentiacutus.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A "bisavó" jurássica dos mamíferos com placenta

Cientistas descobriram um fóssil bem preservado de mamífero, no nordeste da China, que pode dar informações sobre os primeiros antepassados dos mamíferos com placenta.
O fóssil pertence ao animal com placenta mais antigo encontrado até agora, um roedor semelhante a um pequeno musaranho de focinho comprido, e viveu há cerca de 160 milhões de anos, no período Jurássico, compartilhando o terreno com os dinossáurios. (imagens e ilustrações do fóssil encontrado)

Fóssil de eutheria da espécie Eomaia scansoria, descrita em 2002 e datada de há 125 milhões de anos. A espécie Juramaia sinensis, de há 160 milhões de anos e agora descoberta, dá evidências fósseis mais antigas que suportam os resultados de DNA, tornando-se o placentário mais antigo conhecido - Fonte: wikipédia

De acordo com o artigo publicado na revista Nature, este fóssil representa um novo marco na evolução dos mamíferos, 35 milhões de anos antes do que se pensava, preenchendo uma importante lacuna no registo fóssil e ajudando a calibrar os modernos métodos baseados no DNA para datação da evolução.
A espécie, baptizada como 'Juramaia sinensis', 'a mãe jurássica da China', sendo o mamífero com placenta (para nutrição do embrião dentro do corpo) mais antigo, fornece evidência fóssil sobre a data em que este grupo de mamíferos divergiu de outros, cujos descendentes incluem os marsupiais (que carregam os filhotes numa bolsa exterior) como os cangurus e os monotremados (reproduzem-se por ovos) como o ornitorrinco, formando diferentes ramos evolutivos.