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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Diabos-da-Tasmânia menos agressivos podem ajudar a salvar a espécie da extinção

Diabos-da Tasmânia mais agressivos, mordem mais e mais facilmente são infectados com o mortal cancro facial, altamente contagioso - Crédito: wikipédia

A agressividade dos diabos-da-Tasmânia, no sul da Austrália, está a facilitar a propagação dos tumores faciais, que são mortais e levaram a espécie à beira da extinção.
Investigadores da Universidade de Tasmânia descobriram que os animais menos mordidos por outros, os mais agressivos, têm mais tendência a infectar-se com este tumor mortal que outros exemplares mais pacíficos.
De acordo com Rodrigo Hamede, autor do artigo publicado na revista da Sociedade Ecológica Britânica, os diabos agressivos infectam-se ao morder os tumores de outros animais menos agressivos. Evoluir para se tornar menos agressivo pode ser a chave para salvar o diabo-da-Tasmânia.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Sequenciado o genoma do cancro do diabo-da-Tasmânia

O diabo-da-Tasmânia corre risco de extinção com o cancro facial, muito contagioso e 100% mortal até agora - Fonte: wikipédia

O diabo-da-Tasmânia (Sarcophilus harrisii), é o maior marsupial carnívoro vivo, actualmente fortemente ameaçado de extinção devido a uma rara doença de cancro facial, muito contagiosa e que se transmite entre a população da espécie na Austrália, pelas mordidelas que os animais dão uns nos outros, o que é comum nesta espécie.
Desde que a doença foi descoberta, em 1996, algumas áreas perderam cerca de 70% a 90% dos animais.
Os cientistas acreditam que podem surgir novas terapias e medicamentos depois de perceber as mutações genéticas que ocorrem neste tipo de cancro que está a matar os diabos-da-Tasmânia tão rapidamente. Para isso, pesquisadores sequenciaram o genoma do cancro assassino.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Filhotes de diabo-da-Tasmânia são apresentados no Zoológico da Austrália


Cinco filhotes de diabo-da-Tasmânia fizeram a sua primeira aparição pública no Zoológico da Austrália, em Queensland.
O nascimento das crias é um acontecimento importante, pois a espécie no estado selvagem encontra-se ameaçada de extinção, podendo desaparecer do seu habitat natural nos próximos 10 a 15 anos, e só sobreviverão em cativeiro.
A espécie está a ser dizimada por uma doença fatal que provoca tumores faciais no animal e é muito contagiosa.
Fonte: ÚltimoSegundo

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Sequenciado o genoma do diabo-da-Tasmânia para tentar salvá-lo da extinção

Um grupo de investigadores dos Estados Unidos e Austrália fez um estudo genético completo do diabo-da-Tasmânia, tentando encontrar o modo de combater a doença que está a levar a espécie à extinção. Para isso, sequenciaram o seu genoma e estudaram a variabilidade genética dos exemplares que ainda existem, para saber se é a consanguinidade e a extrema semelhança entre eles que fazem a doença propagar-se tão facilmente e que seja sempre mortal.
Além disso, os cientistas também analisaram o próprio tumor, para tentar compreender o processo que o torna tão contagioso e maligno.

O diabo-da-Tasmânia corre perigo de extinção devido a um cancro mortal que se propaga muito rapidamente na espécie - Fonte: wikipédia

O diabo-da-Tasmânia, Sarcophilus harrisii, é um pequenno marsupial carnívoro que agora se encontra apenas na ilha com o mesmo nome, a sudeste da Austrália. Inicialmente a sua distribuição abrangia o continente australiano, mas com a chegada dos europeus e a introdução do cão doméstico o animal acabou por extinguir-se na Austrália, ficando limitado à Tasmânia.
Actualmente, o diabo-da-Tasmânia enfrenta uma nova extinção provocada por um cancro contagioso que tem dizimado as populações que restam na ilha, desde os anos 90. O tumor apanha o focinho dos marsupiais e acaba por levá-los à morte, pois impede-os de se alimentarem e até de respirar. É causado por uma célula cancerígena que se espalha como um vírus. Passa de animal para animal, como uma infecção, durante o acasalamento ou as lutas. A doença é conhecida como o "cancro facial do diabo-da-Tasmânia".
O estudo vem publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, e tem como principal objectivo ajudar nos esforços de conservação desta espécie, nomeadamente na selecção de animais para os programas de reprodução em cativeiro, escolhendo os mais variados geneticamente e com resistência ao cancro.
Mais informações aqui e aqui